sexta-feira, 26 de junho de 2009

Olha o noticiário!

“Tudo se acaba, olho o noticiario, agua se acaba, se acaba a prece do vigário Eu quero ser a mendiga suja e descabelada dormindo na vertical Entender Como a vida do Diego pode se acabar antes do final?”
Foi na travessia da radial leste, qualquer carro poderia o matar, por isso exclusivamente pessoas habilitadas podem dirigir! Mas nós sabemos que não é isso que acontece! Pois existe uma máfia por trás de muitos habilitados.O famoso “quebra”.Pode ser mais um dinheiro que financiou a máfia nas auto-escolas, mas também a morte de mais uma pessoa dessa vez muito próxima de nós, mas saibam morre pelo menos uma criança por dia da mesma forma em São Paulo.

”Esqueço a crise da Argentina
Quebrando o pau com a menina no sinal
Em castelhano, ê
Eu furo os planos, ê
Eu furo o dedo, mando ver
Examinando, lanho o braço
Aperto o passo. Não sou louca!
É...“

Foi mais um atropelo.
É a máfia dos “quebras”.
Tirando o seu sarro
É dinheiro!

Nao tem como fazer bom proveito.
Pois nada sobrou do Diego. Só lembranças!
E nada, nunca acontece!

Peguei o trem, apos a missa na escola
”Pessoas falando sobre o onze de setembro.
Havia um homem na calçada lendo o Código Da Vinci
Ou lia o código da venda?

E na parada havia um peruano
Cheio de badulaques, ô
Vendendo Nike, ô
Vendendo bike, Coca Light, canivete
Aceita cheque pros breguetes.
Notícias do Iraque na Tv da lanchonete.

Notícias populares
Voam pelos ares
E amanhã, meu nêgo, ninguém sabe
Se alguém recua ou se alguém invade
Se alguém tem nome ou se alguém tem fome.”
Não tem como fazer bom proveito.
Pois nada sobrou do Diego.
e tanta gente também não vive.
E a única coisa que podem nós dizer é:
Deus fará seu julgamento. E o rebanho ouvir e aceitar que esse fato se dá apenas por que existem pessoas boas ou ruins.
DESCULPE MAS SOU UMA OVELHA NEGRA!
EU AGNES:
FAÇAM BOM PROVEITO DO SERMAO QUE TE DEIXARAM POR QUE EU SENTI O FATO E PELO MENOS ALGUM TEXTO A ELE TENHO QUE FAZER...
Tudo se acaba.
Olha o noticiário!

Agnes com Ana Carolina.

Conformismo.

E você ?

Proposta de Danielle para a aula de Filosofia

domingo, 7 de junho de 2009

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Relato. Bruna de Oliveira ( Luna )

Eu realmente odiava minhas aulas de Filosofia no 1º ano do colegial... Sério! Aquela professora (qual nem o nome me recordo...) era do tipo “passe todo o conteúdo que julgar necessário, confunda o aluno sempre que puder – ou seja, sempre... – e jamais deixe que ele entenda o que é filosofia!”... Ela conseguia passar textos imensos – que chegavam a ser comparados aos textos “bíblicos” por mim e meus amigos, de tão extensos e complexos que eram – e o pouco que conseguíamos compreender do texto com a leitura, a criatura (denominada professora) conseguia complicar na tentativa de “explicar”... Com isso passei a odiar a matéria no geral...
Chegando ao 2º ano do colegial, pensei que seria exatamente a mesma coisa... Um Porre!!
Estava enganada! Meu professor havia mudado, e com o decorrer das aulas dele (Prof. Fabiano) eu percebi que Filosofia não era apenas “textos complexos e complicar o fácil”, era algo muito além... Nas aulas ele incentivava (e creio que ainda o faz...) os alunos a exporem suas ideias e buscarem soluções para as coisas que achávamos que deveriam ser “modificadas”. Com este tipo de aula, eu percebi que minhas ideias poderiam ser expostas sim, e comecei a ignorar os demais alunos (sim, eu nunca fui do tipo “comunicativa, sociável e popular” e isso implicava em certas “brincadeiras” de péssimo gosto, que me faziam muitas vezes me abster de qualquer comentário, mesmo que eu estivesse certa)... Com o tempo, aprendi a amar a matéria e deixar que minhas ideias saíssem do papel e fossem ouvidas e discutidas... Ver o mundo além do que lhe é imposto, descobrir novos caminhos além dos conhecidos, desvendar um mundo que muitos pensam não existir, ou ser impossível de chegar até ele, obter um conhecimento da “verdade”, tudo isso e muito mais pode ser considerado filosofia... Como eu sempre digo “tudo não passa de uma questão de conceitos”, então, descubra o teu próprio conceito e seja bem vindo ao mundo novo, abrir os olhos para o desconhecido, e um caminho para tal, chama-se filosofia. Tens coragem de seguir por caminhos desconhecidos em busca da tua verdade? Eu tive!
Hoje, percebo que essas minhas aulas foram de extrema importância para o meu desenvolvimento como pessoa em geral, aprender a ter um senso crítico e não ser guiada pelas ideias alheias e saber expor o que penso, sem temer se está certo ou errado... Pois, afinal, que decidiu esses “conceitos” ? Agora, apesar de estar na faculdade e não ter muito a ver com Filosofia, ainda assim terei uma matéria voltada a isso, e pra quem pensa que é algo sem utilidade, que serve apenas para “preencher” a grade curricular, vai um aviso: usa-se muito, um exemplo é fazer faculdade voltada pra Tecnologia, no meu caso, Informática e ter na grade curricular Filosofia e Ética (estou ansiosa pra chegar a época dessa matéria... rsrs ), além de usar o que se aprende no decorrer da vida é claro...
Para finalizar, apenas um agradecimento:
Professor Fabiano... Obrigada por mostrar-me o caminho para fora da “caverna” em que todos nós nascemos... e ajudar este ser a expor o que guardou por muito tempo com medo do mundo ao seu redor, hoje já não me importo com “conceitos” criados pela sociedade... estou aqui para “destruí-los” ! (agora posso dizer isso com certeza... rsr )

Bruna de Oliveira (Lμηα)

terça-feira, 2 de junho de 2009

Ler deveria ser proibido

















Agora vamos falar de conceitos...

Agora vamos falar sério. Não que o Maurício de Souza não o fizesse. Ele fala sério também mas fala desde sua perspectiva que é a de um desenhista e, neste caso, ela não filosófica. Precisamos entender qual é a perspectiva do filósofo e para isso vamos ver como Platão desenvolve o conceito.
( lembre-se de que o conceito é a parte mais importante do pensamento filosófico. Para começar a entender o que é um conceito, você pode começar a pensar na diferença entre o modo como Platão expõe suas idéias e o modo como Maurício de Souza aborda a mesma idéia. Procure estabelecer as diferenças.) Para os mais ousados, aqui tem um elo para baixar o livro todo: http://www.4shared.com/get/23647156/9efd9b6/Plato_-_A_Republica.html

Agora, A alegoria da Caverna, conforme o livro VII da República, de Platão, adaptada por Marilena Chauí, professora de Filosofia da USP. ( http://www.fflch.usp.br/df/site/professores/chaui.php )

"Imaginemos uma caverna subterrânea onde, desde a infância, gerações após gerações, seres humanos estão aprisionados. Suas pernas e seus pescoços estão algemados de tal modo que são forçados a permanecer sempre no mesmo lugar e a olhar apenas para a frente, não podendo girar a cabeça nem para trás nem para os lados. A entrada da caverna permite que alguma luz exterior ali penetre, de modo que se possa, na semi-obscuridade, enxergar o que se passa no interior.ânea onde, desde a infância, geração após geração, seres humanos estão aprisionados. Suas pernas e seus pescoços estão

A luz que ali entra provfoi erguida uma mureta, como se fosse a parte fronteira de um palco de marionetes. Ao longo dessa mureta-palco, homens transportam estatuetas de todo tipo, com figuras de seres humanos, animais e todas as coisas.ém de uma imensa e alta fogueira externa. Entre ela e os prisioneiros - no exterior, portanto - há um caminho ascendente ao longo do qual

Por causa da luz da fogueira e da posimas sem poderem ver as próprias estatuetas, nem os homens que as transportam.ção ocupada por ela, os prisioneiros enxergam na parede do fundo da caverna as sombras das estatuetas transportadas,

Como jamais viram outra coisasaber que são imagens (estatuetas de coisas), nem que há outros seres humanos reais fora da caverna. Também não podem saber que enxergam porque há a fogueira e a luz no exterior e imaginam que toda a luminosidade possível é a que reina na caverna., os prisioneiros imaginam que as sombras vistas são as próprias coisas. Ou seja, não podem saber que são sombras, nem podem

Que aconteceriaseres humanos, a mureta, as estatuetas e a fogueira. Embora dolorido pelos anos de imobilidade, começaria a caminhar, dirigindo-se à entrada da caverna e, deparando com o caminho ascendente, nele adentraria., indaga Platão, se alguém libertasse os prisioneiros? Que faria um prisioneiro libertado? Em primeiro lugar, olharia toda a caverna, veria os outros

Num primeiro momentocom a claridade, veria os homens que transportam as estatuetas e, prosseguindo no caminho, enxergaria as próprias coisas, descobrindo que, durante toda sua vida, não vira senão sombras de imagens (as sombras das estatuetas projetadas no fundo da caverna) e que somente agora está contemplando a própria realidade., ficaria completamente cego, pois a fogueira na verdade é a luz do sol e ele ficaria inteiramente ofuscado por ela. Depois, acostumando-se

Libertado e conhecedor do mundo, o prisioneiro regressaria à caverna, ficaria desnorteado pela escuridão, contaria aos outros o que viu e tentaria libertá-los.

Que lhe aconteceria nesse retornocaçoadas, tentariam fazê-lo espancando-o e, se mesmo assim, ele teimasse em afirmar o que viu e os convidasse a sair da caverna, certamente acabariam por matá-lo. Mas, quem sabe, alguns poderiam ouvi-lo e, contra a vontade dos demais, também decidissem sair da caverna rumo à realidade.? Os demais prisioneiros zombariam dele, não acreditariam em suas palavras e, se não conseguissem silenciá-lo com suas

O que é a caverna? O mundo em que vivemos. Que são as sombras das estatuetas? As coisas materiais e sensoriais que percebemos. Quem é o prisioneiro que se liberta e sai da caverna? O filósofo. O que é a luz exterior do sol? A luz da verdade. O que é o mundo exterior? O mundo das idéias verdadeiras ou da verdadeira realidade. Qual o instrumento que liberta o filósofo e com o qual ele deseja libertar os outros prisioneiros? A dialética,. O que é a visão do mundo real iluminado? A filosofia. Por que os prisioneiros zombam, espancam e matam o filósofo (Platão está se referindo à condenação de Sócrates à morte pela assembléia ateniense?) Porque imaginam que o mundo sensível é o mundo real e o único verdadeiro."

CHAUI, Marilena. Convite a filosofia. São Paulo: Editora Ática, 1999. (p. 40-41)

Clique aqui para baixar o livro: http://www.cfh.ufsc.br/~wfil/convite.pdf

Observação final: NADA SUBSTITUI A LEITURA DO AUTOR! PORTANTO. LEIA PLATÃO!
Você pode começar pela edição da Coleção "Os Pensadores" da Editora Nova Cultural.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

O Cubo do Pensamento



“Podemos dizer que o cubo tem muitas cores e cada cor pode ser o pensamento de uma pessoa; se cada pessoa concorda com a outra elas chegam em um entendimento. Assim as cores do cubo podem ser montadas mas não completo porque nunca ninguém concorda com tudo que todos dizem”. Rodrigo Rafael. 1º A de 2006.

"Mas...se o cubo vem montado porque nós o desmontamos?" Agnes Karoline.

Chegam à uma resposta provisória: que nossas aulas são como um cubo mágico, cubo da vida, do pensamento...sei lá, um jogo que a gente aprende a jogar conforme se vai jogando. Como o cubo mágico: a gente aprende a montá-lo em meio a tentativas e erros. E o mais interessante é que por mais que pessoas já tenham montado o cubo, não há como ensinar a montá-lo a não ser pedindo que o montador-aprendiz monte seu próprio caminho. Para isso é necessário paciência e um certo gosto por desafios...

Uma justificativa.



"Eu T. O. me retirei da sala de aula do professor Fabiano de Filosofia porque não estava entendendo absolutamente nada do que ele estava falando, a aula estava chata e irritante, considero-me extremamente estúpida por não apreciar essa aula.
Pretendo ficar nas próximas aulas em sala de aula, se a aula estiver “legal” e se eu estiver entendendo algo, caso contrário irei me retirar a cada vez mais de suas aulas."

T.O.

A prisão da mente

A prisão da mente.


Por Vinícius Alves Carniato. Aluno do 1ºA Ensino Médio. E.E. Profª " Ruth Cabral Troncarelli"


"Talvez eu fale de um mundo que vocês nunca verão, podem até me chamar de louco, pois isso é o que acam as pessoas que não sabem a verdade, é um mundo que está diante de seus olhos, mas tal ocupação e acomodação dessa vidina os impossibilitaram de ver essa prisão maquiada em que vivem, onde vocês são engrenagens de um sistema que trabalham por comando de um só, que pode fazer o que quiser com as engrenagens e o sistema, bom, quem sou eu? Eu sou mais uma ferrugem desse sistema!
Eu nem sempre fui assim, antes eu era só mais um nesse sistema e hoje eu vejo como fui e como vocês estão sendo explorados, é como ver uma prisão do lado de fora. Vocês se acham livres? O que é ser livre? É você ir pra outro país e precisar de um visto para não ser deportado? É você trabalar a vida toda para pagar o almoço deles, viagem, carro uma mansão talvez, quem sabe usaram seu dinheiro, você pagou eles em forma de impostos, desde que vocês nascem estão sjeitos a obedecer o sistema que é uma prisão para sua mente e te ocupa de tal forma que você não tem tempo para pensar, e sabe o que eles querem? Querem te moldar para você ser como qualquer um cidadão, que já assumiu o papel de servo e caso você não obedeça será recriado para aprender o sistema.
Quando meu professor “Neo” fez eu despertar, o que não foi fácil, pois eu era daquelas pessoas que fugia da verdade, eu queria a “paz”, mas agora eu perturbo a sua “paz”, então meu professor me disse que a minha prisão ea diferente, era como uma caverna escura e eu dentro dela de costas para a luz da saída e também que eu vivo no mundo de Matrix que é esse mundo de ilusões onde vocês vivem, é o mundo que foi colocado diante de seus olhos para que voe não enxergasse a verdade.


Logo após ele ter dito isso, resolvi me virar e “sair” daquele lugar, e fiquei espantado com a verdade que os rodeia todos os dias e me senti como uma mosca saindo da garrafa. Logo após sair Neo veio até mim e sorrindo disse o seguinte: “ Admirável mundo novo”, pois o mundo em que você vivia era repleto de ilusões e esse aqui é a pura verdade, naquele mundo você daria voltas e voltas sem sair do lugar e poderia passar a vida toda pensando que estava vivendo, mas agora cortamos a lina que te controlava, você era um marionete Vinicius, mas meu professor quis destacar uma coisa, pois é claro que meu professor é um filósofo, ele disse então: Vinícius, Filosofar é despertar para ver e mudar o mundo.” E eu nunca me esquecerei disso.
E hoje nossa função é tentar libertar e mostrar o nosso mundo pra vocês.”